Pai que é pai participa do processo de amamentação

A diferença é muito grande quando existe alguém disposto a compartilhar todos os momentos com você, desde os melhores até os mais difíceis. Se engana quem acredita que o processo de amamentação é algo fácil e instintivo. O aleitamento materno vai muito além de colocar o bebê no peito e deixar ele mamar. Assim como qualquer ser humano, esses bebês não nascem sabendo, e somos nós que iremos ensiná-los, para que os obstáculos e as dificuldades possam ser menores. E qual é a diferença em ter ou não o pai na amamentação? Pai que é pai participa ativamente do aleitamento materno!

Pai que é pai participa ativamente dos cuidados

Será que é “balela” esse negócio de dizer que o pai precisa participar ativamente da amamentação? Claro que não! Quando o bebê nasce, a mãe precisa de apoio, de carinho, amor, afeto, e principalmente do compartilhamento das tarefas corriqueiras do dia a dia. Pai que é pai não ajuda, ele age como tal, e uma das funções de um pai e cuidar do seu filho. O que na verdade é “balela”, é jogar todas as responsabilidades dos cuidados para a mãe, como se apenas ela fosse a responsável pela criação do pequeno. Nada disso! Pai e mãe são cuidadores, são responsáveis, e devem ser ativamente engajados em qualquer ação que diz respeito a criança.

Os mínimos detalhes fazem a diferença

Pode não parecer muita coisa pegar o bebê para arrotar, colocá-lo para dormir, deixar um lanchinho preparado para a mãe se alimentar quando a amamentação terminar e colocar uma garrafinha d’água ao seu lado quando estiver dando de mamar e sentir sede, mas para a mulher isso significa muito, pois as vivencias da maternidade também estão integradas ao cansaço e a exaustão e por isso, atitudes mínimas fazem uma grande diferença. Com essas pequenas ações, além de se sentir acolhida e amada, a mãe estará presenciando o seu envolvimento como pai, o seu esforço e dedicação.

O amor de pai e mãe

Uma criança muda a vida de todos completamente, e quando essa criança chega ao mundo ela precisa ser aconchegada pela família secundária (avós, tios e tias, bizavôs e bizavós, primos e primas, etc.) mas, primordialmente, pelo pai e pela mãe, isso é fundamental, reconhecer quem a gerou, quem permaneceu em contato com ela mesmo que tenha permanecido na barriga da mãe por nove meses, reconhecer quem conversou e deu carinho ainda quando estava no útero, e o processo de aleitamento materno promove esse contato, esse reconhecimento, essa aliança de vínculo afetivo.

Pai não ajuda!

Como já mencionado anteriormente, pai não ajuda, pai deve cuidar e amar incondicionalmente tanto quanto a mãe. O pai não gera, não tem leite para oferecer, mas tem amor, e isso é o mais importante. Além disso, sem o pai, o bebê não teria sido gerado, desde esse momento pode-se notar o quanto a sua participação em todo o contexto é extremamente válida e essencial. Por isso, PAIS, sejam PAIS, abrace o seu filho e participe ativamente de todos os cuidados que estejam vinculados a ele. Esse reconhecimento não partirá apenas de sua companheira, mas também de seu filho, que sentirá falta da sua presença e do seu colo quando não estiver por perto. Isso é amor!

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