Passagem de imunidade da mãe para o bebê é transfundida pela amamentação

Sempre lemos ou ouvimos alguns profissionais da saúde falarem que o colostro, por exemplo, é a primeira vacina que o bebê recebe após o nascimento, o que favorece a promoção da amamentação para prevenir os recém-nascidos contra as doenças. Ressaltam também que enquanto o bebê estiver praticando o aleitamento materno ele não ficará doente, ou não irá adquirir alguns vírus já contraídos pela mamãe em alguma fase da vida, pela passagem de imunidade da mãe para o bebê. Estas afirmações são baseadas nos anticorpos IgG e IgA, os quais são os grandes responsáveis desta história. Como será que incide a presença deles em nossa existência? Por que mesmo com tais afirmações, presenciamos situações em que a criança tem febre e apresenta resfriado?

A imunização é uma das mais importantes características do processo de amamentação. Compreendemos que, por meio de estudos científicos é possível observar que a taxa de mortalidade em bebês reduz significativamente em países que dão a real importância em prol do aleitamento materno. Vamos então saber mais profundamente a conexão que existe entre a passagem da imunidade da mãe para o bebê.

Achei extremamente imprescindível realizarmos este aprofundamento em relação a constituição da imunidade do bebê através da passagem da imunidade da mãe, para que possamos entender e agir com mais calmaria com as modificações que principia especialmente após os seis meses de vida completos do bebê.

Por isso, é indispensável saber como acontece o processo de imunização entre mãe e filho. Assim é possível observar que dentro deste processo existem duas fases. A primeira delas é vivida ainda na gestação, quando o bebê ainda está se desenvolvendo na barriga da mamãe, e a segunda está interligada ao aleitamento materno.

O leite materno possui muitas vantagens para o bebê, que derivam dos seus componentes e também da sucção do seio. As vantagens para o bebê não vêm apenas do leite materno, mas também da própria sucção do seio que previne inclusive contra doenças infecciosas, porque a sucção da mamadeira não desenvolve corretamente as vias aéreas, e o não desenvolvimento das vias aéreas da forma anatômica correta é uma causa muito frequente de otites, sinusites, renites, alergias e complicações respiratórias, que são as complicações mais frequentes e infecciosas que acometem os recém-nascidos.

Passagem de imunidade da mãe para o bebê

O leite materno possui um anticorpo chamado IgA, que é um anticorpo no ser humano, que circula na superfície das mucosas, funcionado como uma espécie de barreira contra a entrada de micróbios, ele se liga a esses invasores antes deles penetrarem no nosso organismo. Podemos dizer que o IgG talvez seja a arma mais potente que nós temos no nosso corpo. Ele é o principal anticorpo, é o anticorpo que circula no sangue e que é sistêmico, ou seja, ele vai para o organismo inteiro.

O IgG é pequenininho e passa pela placenta, então o bebê fica transfundido de IgG materno durante alguns meses, é o único que passa. Então, quando ele é amamentado, ele é fortalecido pelo IgG que circula dentro do seu organismo, e todas as doenças que a mamãe já teve, que ela criou anticorpos, uma classe desses anticorpos que é o IgG passa para o bebê, e o protege.

O IgA faz uma proteção adicional nas mucosas, na parte externa. Mas, quando o bebê faz seis meses, sendo amamentado ou não, a partir daí ele fica muito mais suscetível a infecções. É por isso, que muitos bebês que vão para a creche, adoecem constantemente, pois a partir desse período, são eles que começam a fazer o seu próprio sistema imunológico.

Então é possível dizer que, os bebês recém-nascidos nascem com um estoque de IgG da mãe e com o passar do tempo, essa estrutura do anticorpo vai sendo reciclada no organismo.

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